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Diálogos sobre cultura e ancestralidade

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Aláfia

Documentário

ALÁFIA significa tudo de mais maravilhoso. É melhor que Odara. É a posição do jogo de búzios na qual dezesseis deles caem abertos, sinalizando beleza, prosperidade, maravilhosidade. É antídoto para as intolerâncias. “ALÁFIA” documenta África e Brasil, fé e crença, sensibilidade e mediunidade, éticas e estéticas religiosas.

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Ewé Ásà

Livro

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​Diálogos sobre espaço e cultura

Evento

Um evento compreensivo e multidisciplinar.

Como brisa de vento que, pacientemente, molda a solidez da pedra, esta obra busca ser o motivo para o contato inicial de muitas pessoas com a cultura afro-brasileira. Ela empreende abrir, mesmo que em certa medida, as cabaças de preconceito que muitos carregam.

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Evento de Lançamento de livro

Direitos

dos Povos

de Terreiro

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Num momento em que direitos fundamentais estão sendo questionados e negados, a obra reúne trabalhos com vistas ao reconhecimento das comunidades tradicionais de matriz africana em sua diversidade sociocultural.

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Cantigas de Orixá

Documentário

Para as religiões afro-brasileiras, cantar é comunicar-se com o multiverso. Este documentário trata da musicalidade sagrada do terreiro. Os toques e instrumentos sagrados, assim como a expressividade dos orixás, são atravessados pela fala de uma liderança religiosa sobre a sua tradição religiosa.

Evento

Circuito Exu

O Circuito EXU: cultura afro-brasileira em circulação, surge do desejo e da necessidade de circulação e comunicação dos projetos d'A Cabaça para Uberlândia e cidades da região, como Uberaba, Patos de Minas, Monte Carmelo e Ituiutaba.


A proposta de circuito ganhou o nome de EXU pois esta é uma importante divindade (orixá) da cultura afro-brasileira relacionado com a essência da dinâmica, do movimento, do trânsito e da comunicação.

Ebó contra Carrego

Colonial

Projeto

Repensar a noção de Èsù enquanto princípio de tudo, energia de ignição, origem da invenção para se livrar do desencantamento colonial.

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Epifanias contra o Desencanto

Livro

 
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O espaço do sagrado, encharcado de significados, lugar de resistência, folhas, cantigas, culinária, coletividade, é lugar, por si só, educativo, pedagógico, epistêmico. Aprende-se não apenas uma religião, mas um modo de ver, de viver e de pensar. Seria importante e responsável pensarmos o Brasil enquanto terreiro. Deslocar os sentidos. Enfrentar as multifacetas do caminho, as encruzilhadas. Encarar os porões escravagistas contemporâneos. Combater o extermínio da juventude negra e a criminalização da pobreza. Deseducar as incongruências. Colocar o dedo na cara da intolerância religiosa e gritar: “respeito o seu amém, respeite o meu axé!”. As epifanias presentes neste livro, que revelam as miudezas do cotidiano encantado dos terreiros, pretendem ser patuás, amuletos contra o desencanto. Pretendem ser, ainda, um ebó, como propôs Luiz Rufino em sua Pedagogia das Encruzilhadas, uma intervenção que opera no invisível, colocando ali energia vital.

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